Só algumas influências

No último post comentei o quanto eu gostava de Tarzan. Na verdade, ainda gosto. Pensando nisso, fui catar músicas e momentos da televisão que me marcaram na infância. Acho que muita coisa acaba sendo decidida nessa época, e os filmes, os programas de televisão influenciam demais a cabeça das crianças. É natural, ainda mais quando a TV é um meio de comunicação tão comum

Acho que Mulan foi um dos filmes mais fodásticos na Disney. Sério mesmo, a cena dela escalando e jogando a flecha pro comandante é demais, nossa.

 

Aaah, Hércules. Adorava, tanto o filme como o jogo pra video game do meu primo, haha. Adorava as “deusas” cantando. São as melhores cenas do filme.

 

Não achei o vídeo que eu queria, nem em inglês, como esse ): Super preferia a parte do super luper hiper liper pulo do Tigrão ): Segundo desenho favorito, haha.

 

NÃO poderia faltar. ADORAVA Castelo Rá Tim Bum

 

E por último, porém não menos importante:

 

Hehehe. E esse foi o post de hoje! Ah, e vocês podem acompanhar o blog pelo Facebook 😉

 

 

Advertisements

Sobre infância e filmes da Disney

Outro dia o professor de História nos mandou fazer um exercício e ficou passeando pela sala de aula, assoviando. Era realmente irritante, por que eu tentava me concentrar e aquele zunido agudo continuava insistindo no meu ouvido. Quando finalmente acabamos o exercício, percebi que era uma música que eu conhecia. “… não tenha medo pare de chorar/ Me dê a mão/ Venha cá…”.
Era Tarzan, meu desenho preferido de todos do universo da Disney.
O professor disse que aquela foi a musica que cantou no dia do casamento. Cara, se alguém cantasse essa música para mim num dia assim, eu ia acabar afogada nas minhas próprias lágrimas, hahaha. Segundo minha irmã, assisti ao filme mais de 15 vezes, mesmo sendo uma fita emprestada do meu primo (sim, nasci no tempo das fitas), até que minha mãe comprou uma fita só para mim e depois disso ela perdeu a conta, huehue.
Engraçado isso. Acho que nunca fui aquele tipo de criança que insistia em ser uma princesa ou que tinha como cor favorita o rosa. Segundo minha mãe, eu gostava de brincar correndo, pulando; não era muito de Barbie. Nem ligava tanto para as princesas, também. Eu curtia muito mais o Tarzan e o ursinho Pooh (que na época eu chamava de Puff). Acho que sempre fui meio assim, fora do comum. Não era proposital. E eu também não era uma criança lá muito popular. Cresci meio que sendo a “estranha”.
Gosto de ler desde que eu me lembro. Uma vez uma professora da alfabetização disse que se eu não lesse aquela página do livro do patinho eu ia ficar para trás. Todos os meus amigos aprenderiam a ler e eu ficaria ali, estancada. Resultado: enquanto meus amiguinhos liam as histórias de raposas, tartarugas e lebres, eu com os meus 9/10 anos lia um livro de 702 página do Harry Potter. Acho que eu nunca vou esquecer do número de páginas de A Ordem da Fênix, ou pelo menos vou lembrar para sempre como se ele tivesse 702 páginas. Parece prepotente, mas eu senti um orgulho imenso quando terminei de ler. Eu ainda lembrava daquela professora, que tinha me dito que eu não aprenderia e que ficaria para trás.
Acho que comecei a ler livros assim com A Turma dos Tigres (tive que procurar no limbo da minha cabeça).  Eram uns livrinhos que ficam com um cartão vermelho que decodificava umas imagens, que eram a pistas. Meu gosto por mistério talvez venha daí, haha. Achava bonitinho, mas eu era sempre apressada e passava o cartão logo, nem prestava tanta atenção às imagens, queria saber o que acontecia. Era gostoso de ler. Lembro que acertei uma pista uma vez, era uma em que, se eu não me engano, a bicicleta estava quebrada. A partir daí todo um mistério se desenrolava.

Mas acho que por hoje paramos por aqui. Eu criei uma nova tag, a “eu”. Talvez alguém tenha notado, mas provavelmente não, já que os visitantes daqui não são constantes. Nela eu vou escrever uma série de bobagens sobre coisas que vi, vivi, senti, gostei, desgostei e mais. Ah!, e a aqui a música que o professor assobiava.