Dica de filme: Se Enlouquecer, Não se Apaixone

Estou de férias e tenho Netflix, daí cês já viram, né? Às vezes passo quase o dia todo só assistindo filmes e séries. Mas então, ontem eu estava procurando um filme curtinho pra assistir, por que eu iria sair dali duas horas, e acabei achando esse. A sinopse:

“Craig (Keir Gilchrist), estressado com as demandas de ser um adolescente e assustado com sua tendência suicida, decide buscar ajuda em uma clínica psiquiátrica. Internado por uma semana, ele logo é acolhido por Bobby (Zach Galifianakis), que se torna seu mentor, e se encanta com Noelle (Emma Roberts).”

Achei o filme uma fofura, de verdade. Não é uma comédia romântica, tem algo maior envolvido. Engraçado é que dos filmes que já vi com o Zach Galifianakis, todos ele interpreta gente meio doida, hue.

Queria fazer um post maior, mas esses dias ando meio sem vontade de ficar aqui no blog, então me perdoem. Um dia volto a todo vapor, mas por hora, vamos ficar assim. Só vou postar de vez em quando, quando a vontade bater

Truque de mestre (Now you see me)

Pessoalmente adoro o nome original do filme, mas acho que traduzido ao pé da letra para português poderia ficar estranho e talvez a maioria das pessoas não pegasse o sentido (ou não, vai saber). Assisti ao filme nesse domingo, e aqui vai o veredicto: achei massa, ó. Não avaliei os termos técnicos, mas as sensações que o filme me passou. Os diálogos acontecem rápido e a interação dos atores é muito boa. E lá vem a sinopse:

Daniel Atlas (Jesse Eisenberg) é o carismático líder do grupo de ilusionistas chamado The Four Horsemen. O que poucos sabem é que, enquanto encanta o público com suas mágicas sob o palco, o grupo também rouba bancos em outro continente e ainda por cima distribui a quantia roubada nas contas dos próprios espectadores. Estes crimes fazem com que o agente do FBI Dylan Hobbs (Mark Ruffalo) esteja determinado a capturá-los de qualquer jeito, ainda mais após o grupo anunciar que em breve fará seu assalto mais audacioso. Para tanto ele conta com a ajuda de Alma Vargas (Melanie Laurent), uma detetive da Interpol, e também de Thaddeus Bradley (Morgan Freeman), um veterano desmistificador de mágicos que insiste que os assaltos são realizados a partir de disfarces e jogos envolvendo vídeos.

E o trailer, que é massa:

Olha, eu ADOREI as cenas com mágica e das surpresas. Ainda no começo do filme ele deixa no ar a possibilidade de um acontecimento bem óbvio que, em parte, se concretiza, mais uma surpresa. Eu adorei as atuações, gostei do clima que o filme passava, da fluidez dos acontecimentos. Eu me via ansiosa para a próxima cena, batendo o pé no chão.

Comentário idiota a parte: Jesse Eisenberg tá 1 fofo.

Catei uns reviews na internet e vi gente falando mal, por que muita coisa não fazia sentido e etc. Poxa, eu acho que posso estar enganada, mas o suficiente foi explicado no filme. Não estava com o senso crítico ligado (odeio fazer isso, estraga tudo). É um filme interessante de assistir SIM, mas é bom não esperar que grandes lições de vida sejam passadas através de um filme que serve para entretenimento e divertimento. É um filme de ação que te deixa animado. Ponto. Os caras são sacanas, tem o ego inflado e cometem crimes sem jamais serem pegos. Eu acho que é a surrealidade que faz tudo mais legal (e adoro personagens sacanas no geral, hue).

O governo é bem estúpido no filme, mas depois tem uma “explicação”. Justifica em parte, somente. Tem uns romances meio porcos mesmo, nesse ponto concordo com uma review que eu vi, mas não é nada que estrague o filme, sabe?

É isso aí. Não acho que sejam das horas da vida desperdiçadas, mas ganhas. Na dúvida, melhor assistir 😉

Cara, que cena legal.

Indicação de filme: O Grande Gatsby

Fui hoje ao cinema e assisti “O Grande Gatsby”. Ressalto aqui que falo como leiga e como espectadora média. Não entendo bem da parte técnica (na verdade, nada) então não exijam muito de mim. Falo aqui para aqueles que gostam de assistir filmes, mas que mesmo assim não são tão entendedores do assunto, como eu.
Bem, começando: assisti em ao filme em 3D, tecnologia com a qual eu não me relaciono lá muito bem. Uso óculos e o que mais me irrita é ter de usar dois quando vou assistir algo assim, incomoda demais. E para dar a cereja do bolo (que brega, senhor) ainda estavam borrados. Sujos, algo assim. Eu limpava e limpava e não ficava direito, até chegar numa qualidade razoável.
Antes de começar a falar do filme em si, a sinopse:

“Nick Carraway (Tobey Maguire) tinha um grande fascínio por seu vizinho, o misterioso Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio). Após ser convidado pelo milionário para uma festa incrível, o relacionamento de ambos torna-se uma forte amizade. Quando Nick descobre que seu amigo tem uma antiga paixão por sua prima Daisy Buchanan (Carey Mulligan), ele resolve reaproximar os dois, esquecendo o fato dela ser casada com seu velho amigo dos tempos de faculdade, o também endinheirado Tom Buchanan (Joel Edgerton). Agora, o conflito está armado e as consequências serão trágicas.”

O trailer aqui procês: 

Nem tinha ideia da história, só tinha lido uma citação em algum livro do Gaiman. No começo achei o clima parecidíssimo com Moulin Rouge e, para a minha surpresa, o diretor é o mesmo, hahaha. Não esperava, mesmo tendo achado parecido. Senti um tom meio forçado de Tobey Maguire no começo, quando falava com o médico, mas depois melhorou. Ou então eu que me acostumei. Enfim. Acho que gostei da atuação de todos (aquelas entendedoras, ó). Vi gente reclamando que o filme era “purpurinado” demais, mas acho que isso serviu para retratar o glamour e o vazio da época. Tem o fato que eu acabo me envolvendo muito mais com a história do que com a parte técnica. Gostei da trilha sonora no geral. Achei a fotografia linda por demais, e o Di Caprio só podia estar usando lentes, para não ter que ficar com os olhos apertados o tempo todo, rs.

DiCaprio com os olhos bem abertos e parecendo 100 anos mais jovem.

Gostei da vibe do filme, e chorei horrores no final. Acabo tendo essa empatia com personagens de ficção. Nem tenho essas coisas na vida real, acaba sendo mais na fantasia, mesmo.

Não li o livro, embora eu pretenda, em breve; mas um senhor atrás de mim disse que essa foi a adaptação mais fiel do romance de Scott Fitzgerald. Na verdade, curioso isso: havia muitas pessoas de mais idade no cinema. Tentei ajudar um senhor a subir as escadas para chegar no lugar escolhido, mas quando cheguei, ele já não precisava mais. A senhora que o acompanhava disse que “o Brasil ainda tem salvação”, mas me senti mal por que no início fiquei olhando e não fiz nada, com vergonha. Ele usava suspensórios, hahaha. Havia várias senhorinhas, também. Pessoal que leu o livro, com certeza.

Pois é, esse é o meu ponto de vista. O veredicto: gostei. Recomendo.

Obs.: Leozinho está lindíssimo.

Eu gostava de ti, sua égua.

Dica de filme: Chicago

Chicago - Movie Musical...I saw this 2nd row on Broadway (the most amazing show I've ever seen and I've seen a lot), and I still thought the movie was EXCELLENT!

“Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) é uma famosa dançarina que é também a principal atração da boate onde trabalha. Após matar seu marido, Velma entra em uma seleta lista de assassinas de Chicago, a qual é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que busca sempre se aproveitar ao máximo da situação. Ao contrário do se esperava, o assassinato faz com que a fama de Velma cresça ainda mais, tornando-a uma verdadeira celebridade do showbizz. Enquanto isso a aspirante a cantora Roxie Hart (Renée Zellweger) sonha com um mundo de glamour e fama, até que mata seu namorado após uma briga. Billy fica sabendo do crime e decide adiar ao máximo o julgamento de Velma, de forma a poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Assim como ocorreu com Velma, Roxie também se torna uma estrela por causa de seu crime cometido, iniciando uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade do meio artístico.” Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-41244/

Tem a Catherine Zeta-Jones, o Richard Gere e a Renée Zellweger, tem como ser ruim? Não! É um ótimo filme, meio antigo, de 2002, mas só assisti agora, hehe. É um musical, e musicais são amor ❤ Anos vinte também é amor. Tudo é amor nesse filme, gente.