Wilde

wilde

Sabe aqueles caras fodas, que você fica “caramba, como esse cara é foda”? Pois é, Oscar Wilde se encaixa nisso.
Aluguei recentemente da biblioteca do meu colégio um livro com alguns contos dele. Eu tinha um volume de “O Fantasma de Canterville e outros contos”, então já havia lido alguns. Até agora, nesse volume, só tem um conto que não tinha no outro livro, mas tem um dos meus favoritos: O Jovem Rei.
Olha, dos contos que eu já li do Wilde, para mim, esse é, de longe, o melhor deles. Caramba, que conto bom, poxa.
Pensando nisso, resolvi compartilhar com vocês, hehe.

Eu tinha colocado aqui, mas o conto é muito grande, então vou só colocar o link de onde pode ser lido aqui. O pdf é bilíngue, é só abaixar um pouquinho que a versão em português vai estar lá 😉

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Mas é fácil ser vaca na Índia

Acontece às vezes, quando passo um bom tempo sem ir na livraria. Eu não sei se existe uma época específica para um “boom” de lançamentos, mas o fato é que ontem fui na Saraiva que tem num shopping perto daqui de casa. Mamãe foi comprar um maiô (tomamos vergonha na cara e vamos tentar fazer exercícios), e depois fomos comer por lá. Adoro esses cafés de livraria, ma$ acontece que nem $empre dá certo fazer um lanchinho nesses lugares. Não tenho muito apego pela Saraiva, acho que por que os livros que ficam em destaque são comumente livros da estante porcaria. Julgo livro pela capa e pelo título, desculpe. Aquelas capas cheias de brilho, com edições mal feitas e até as “pseudo góticas”. É cada capa, viu. Você consegue ver de longe sobre qua lé o assunto, a forma de escrever, a idade… Nem sempre, claro. Mas têm livos que acabo classificando de acordo com a capa. Sei lá, eles tem um jeitinho. Nem sempre são ruins, mas sempre tem aquele jeitinho.

Já tinha ouvido falar de outro livro da Maitê Proença e tinha vontade de ler. Nem sabia que ela ia lançar outro. Acabei me deparando com “É duro ser cabra na Étiopia“. Abrindo o livro, percebi que eram várias historinhas de tom humorístico. Achei bem legal, a maioria realmente me fazia rir no final. Interessante é que acabo não lendo tanta literatura nacional, mas o jeito como os autores desconhecidos escrevem acaba sendo tão bom, que me apeguei.
Acabei não comprando; mamãe estava apressada.

Bem, encontrei uma das historinhas por aí nazinternets, e vou colocar aqui só para vocês terem uma ideia.

“Autor: Ione Valadares
Beliches gigantes

É que a gente já se acostumou com a situação e não pensa mais no assunto. 
Eu não queria assustar vocês, mas não é estranhíssimo dormir?

Está todo mundo na maior agitação durante o dia e quando o sol vai embora 
adotamos a posição horizontal e mergulhamos em um estado de quase catalepsia.
A coisa fica ainda mais estranha se imaginamos a cidade com as ruas vazias 
de madrugada e os prédios como beliches gigantes; todo mundo em sua caminha,
um em cima do outro, aparentemente inofensivos.
Mas depois, acordamos e nos atracamos à nossa rotina como se nada tivesse 
acontecido. Como assim? Acabamos de viver uma incrível cena dramática, ficcional, 
e nada?
Não tinha que ter pelo menos, sei lá, um belo ritual tribal entre uma coisa e outra?”

Entrou para a listinha dos livros que preciso ler, haha.

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Só algumas influências

No último post comentei o quanto eu gostava de Tarzan. Na verdade, ainda gosto. Pensando nisso, fui catar músicas e momentos da televisão que me marcaram na infância. Acho que muita coisa acaba sendo decidida nessa época, e os filmes, os programas de televisão influenciam demais a cabeça das crianças. É natural, ainda mais quando a TV é um meio de comunicação tão comum

Acho que Mulan foi um dos filmes mais fodásticos na Disney. Sério mesmo, a cena dela escalando e jogando a flecha pro comandante é demais, nossa.

 

Aaah, Hércules. Adorava, tanto o filme como o jogo pra video game do meu primo, haha. Adorava as “deusas” cantando. São as melhores cenas do filme.

 

Não achei o vídeo que eu queria, nem em inglês, como esse ): Super preferia a parte do super luper hiper liper pulo do Tigrão ): Segundo desenho favorito, haha.

 

NÃO poderia faltar. ADORAVA Castelo Rá Tim Bum

 

E por último, porém não menos importante:

 

Hehehe. E esse foi o post de hoje! Ah, e vocês podem acompanhar o blog pelo Facebook 😉

 

 

Sobre infância e filmes da Disney

Outro dia o professor de História nos mandou fazer um exercício e ficou passeando pela sala de aula, assoviando. Era realmente irritante, por que eu tentava me concentrar e aquele zunido agudo continuava insistindo no meu ouvido. Quando finalmente acabamos o exercício, percebi que era uma música que eu conhecia. “… não tenha medo pare de chorar/ Me dê a mão/ Venha cá…”.
Era Tarzan, meu desenho preferido de todos do universo da Disney.
O professor disse que aquela foi a musica que cantou no dia do casamento. Cara, se alguém cantasse essa música para mim num dia assim, eu ia acabar afogada nas minhas próprias lágrimas, hahaha. Segundo minha irmã, assisti ao filme mais de 15 vezes, mesmo sendo uma fita emprestada do meu primo (sim, nasci no tempo das fitas), até que minha mãe comprou uma fita só para mim e depois disso ela perdeu a conta, huehue.
Engraçado isso. Acho que nunca fui aquele tipo de criança que insistia em ser uma princesa ou que tinha como cor favorita o rosa. Segundo minha mãe, eu gostava de brincar correndo, pulando; não era muito de Barbie. Nem ligava tanto para as princesas, também. Eu curtia muito mais o Tarzan e o ursinho Pooh (que na época eu chamava de Puff). Acho que sempre fui meio assim, fora do comum. Não era proposital. E eu também não era uma criança lá muito popular. Cresci meio que sendo a “estranha”.
Gosto de ler desde que eu me lembro. Uma vez uma professora da alfabetização disse que se eu não lesse aquela página do livro do patinho eu ia ficar para trás. Todos os meus amigos aprenderiam a ler e eu ficaria ali, estancada. Resultado: enquanto meus amiguinhos liam as histórias de raposas, tartarugas e lebres, eu com os meus 9/10 anos lia um livro de 702 página do Harry Potter. Acho que eu nunca vou esquecer do número de páginas de A Ordem da Fênix, ou pelo menos vou lembrar para sempre como se ele tivesse 702 páginas. Parece prepotente, mas eu senti um orgulho imenso quando terminei de ler. Eu ainda lembrava daquela professora, que tinha me dito que eu não aprenderia e que ficaria para trás.
Acho que comecei a ler livros assim com A Turma dos Tigres (tive que procurar no limbo da minha cabeça).  Eram uns livrinhos que ficam com um cartão vermelho que decodificava umas imagens, que eram a pistas. Meu gosto por mistério talvez venha daí, haha. Achava bonitinho, mas eu era sempre apressada e passava o cartão logo, nem prestava tanta atenção às imagens, queria saber o que acontecia. Era gostoso de ler. Lembro que acertei uma pista uma vez, era uma em que, se eu não me engano, a bicicleta estava quebrada. A partir daí todo um mistério se desenrolava.

Mas acho que por hoje paramos por aqui. Eu criei uma nova tag, a “eu”. Talvez alguém tenha notado, mas provavelmente não, já que os visitantes daqui não são constantes. Nela eu vou escrever uma série de bobagens sobre coisas que vi, vivi, senti, gostei, desgostei e mais. Ah!, e a aqui a música que o professor assobiava.

Wishlist: livros

lirvos

Aaaah, livros! Eu gosto de ler, mas sou desleixada, hahaha. Eu não sou daquelas que tem o gosto pela leitura forçado. Quando o livro me atrai, leio rápido; quando nem tanto, demoro mais. Não fico me obrigando muito a terminar rápido para ler outros e cada vez mais. Gosto de ler com paciência. Deixa o livro mais gostoso. Mas tem casos em que depende! O Perfume eu ia terminar rapidinho, mas como sempre andava com o livro embaixo do braço, acabei esquecendo em algum lugar. Decepção de uma vida.
Bem, tenho interesse alguns desses livros já faz um tempo. O resto comecei a querer ler recentemente. Mãos à obra!

wishlist livros

1.  O Grande Gatsby (Autor: FITZGERALD, F. SCOTT) – R$25,00
     Depois que assisti ao filme fiquei morreeeendo de vontade de ler. Ainda mais quando dizem que filme nenhum conseguirá passar o que está no papel para as telas.

“Jay Gatsby, o protagonista deste romance, é um generoso e misterioso anfitrião que abre a sua luxuosa mansão às festas mais extravagantes. Quem narra a história, no entanto, é o aristocrata falido Nick Carraway, que vai para Nova York trabalhar como corretor de títulos. Lá, passa a conviver com a prima, Daisy, por quem Gatsby é apaixonado, o marido dela, Tom Buchanan, e outros integrantes da aristocracia tradicional. Ao longo da narrativa, o romantismo obsessivo de Gatsby com relação a Daisy se contrapõe ao materialismo do sonho americano.”

2. O chamado de Chtulhu e outros contos (Autor: LOVECRAFT, H. P.)- R$24,00

Tenho interesse por Lovecraft desde que li Coisas Frágeis, como falei aqui.
‘O chamado de Cthulhu’ reúne desde as primeiras produções de Lovecraft, como ‘Dagon’ até obras escritas logo antes de sua morte, como ‘O assombro das trevas’. Traz ainda o clássico ‘O chamado de Cthulhu’ e ‘A música de Erich Zann’. O volume é um passeio pelo universo de um dos mestres do horror.

3. Dragão Vermelho (Autor: Harris, Thomas) – R$42,90

O interesse começou com a série. E juro que não tenho tanta vontade de ver os filmes. Sei lá por que. Porque sim.

“Dragão Vermelho é o livro de Thomas Harris que deu origem ao canibal Hannibal Lecter personagem encarnado por Anthony Hopkins, em “Silêncio dos Inocentes” e “Hannibal”. Enquanto no romance O silêncio dos inocentes o médico psicopata Hannibal Lecter envolve em uma teia mortífera e sedutora uma bela agente do FBI, em Dragão vermelho ele reencontra Will Graham, o homem que o mandou para a prisão.”

4. Coraline (Autor: Gaiman, Neil) – R$48,00

Aaah!, o divo, hehehe. Também venho querendo ler este aqui já faz algum tempinho. Coraline, amor, me espere!

“‘Coraline’ é um conto de fadas às avessas no qual a jovem descobre uma porta para um misterioso apartamento no prédio para onde acabou de se mudar.”