Coisas nem tão conhecidas assim

É uma pena quando gostamos de algo que não é assim tão conhecido, por que tudo que gira ao redor disso diminui. Seja série, seja filme, seja musica, seja livro. Por exemplo, a banda vem para o Brasil, claro. mas para São Paulo capital, óbvio. Em show único (revoltadíssima com Emilie e DSO). Ou mesmo coisas de Doctor Who (que não é desconhecido, ao contrário, mas parece não atingir a massa daqui) que precisam ser importadas. FALANDO NISSO, OLHEM QUEM VESTIDO LINDRO. Só que se você for importar vai sair muuito caro. Enfim, fiz uma seleção de coisas nem tão conhecidas assim mas que são absolutamente divas. DIVAS.

1 – Para começar: Torchwood. Outside the government, beyond the police. Uma série sobre uma organização que cuida de tudo que é alien que acaba caindo na terra, por que onde fica uma das principais sedes é o lugar exato onde tem  uma fenda no tempo e espaço, e de lá cai um bocado de coisa. E TEM O CAPTAIN JACK HARKNESS, ESSE LINDRO. Que fez participação inicialmente em cof Doctor Who cof. Daí saiu a série. E está na quarta temporada (e eu ainda na segunda)

– E agora: música. Diablo Swing Orchestra ou D:S:O é uma banda seuca de Avantgarde Metal formada em 2003. A banda mistura elementos do Dark Cabaret (do qual falaremos em outro post, um estilo divino), Flamenco com Música erudita e vertentes do Heavy Metal.

O histórico da banda remonta ao ano de 1502, na Suécia. Conta a história, uma orquestra com desempenho inigualável cuja musicalidade tão divina e sedutora envolvia pessoas de todas as classes sociais. A orquestra rapidamente alcançou projeção, arrebatando uma multidão que seguia ao seu redor. Sua reputação de enfeitiçar as pessoas, porém, ficou mal vistas pelos olhos da Igraja que a referia com “orquestra do diabo”, condenando os músicos à morte por enforcamento.

Contudo, supostamente, foi deixada uma carta aos seus descendentes para que reunissem a orquestra…

(texto da wikipédia por que eu sou preguiçosa)

A banda veio para o Brasil em janeiro, se não me engano, para SP especificamente. Como sempre.

3 – Enfim, livros. Acho que não tem nenhum livro que eu goste que seja bem desconhecido. Vou falar de um que pelo menos atualmente não falem tanto. A Insustentável Leveza do Ser. Não faz muito o “meu estilo” de literatura, gosto mais de coisas de literatura fantástica,  mas eu me surpreendi. O livro é MUITO BOM.

A história acontece em Praga e em Zurique, em 1968, e atravessa algumas décadas. Narra os amores e os desamores de quatro pessoas: Tomás, Teresa, Sabina e Franz. É permeada pela invasão russa à Tchecoslováquia e pelo clima de tensão política que pairava em Praga naqueles dias.

Não parece exatamente promissor, parece um romance um pouco mais simples. O livro é de autoria de Milan Kundera, um autor tcheco, que publicou a obra em 1984. E o negócio é o seguinte: o livro foi proibido no país do Kundera. Tem umas passagens meio eróticas, então vocês lendo Cinquenta Tons de Cinza: leiam Milan Kundera.

Tem aqui a sinopse procês: É um livro em que o desenvolvimento dos enredos erótico-amorosos se conjuga com extrema felicidade à descrição de um tempo histórico politicamente opressivo e à reflexão sobre a existência humana como um enigma que resiste à decifração – o que lhe dá um interesse sempre renovado. Quatro personagens protagonizam essa história – Tereza e Tomas, Sabina e Franz. Por força de suas escolhas ou por interferência do acaso, cada um deles experimenta, à sua maneira, o peso insustentável que baliza a vida, esse permanente exercício de reconhecer a opressão e de tentar amenizá-la.

Mas não tem a parte que eu procurava, dizendo que “as reflexões do autor são assunto de suas melhores páginas”. Algo assim, e é bem verdade. A reflexões filosóficas sobre a vida, sobre a leveza e o peso – uma das primeiras coisas  sobre as quais ele discorre – e até o por quê de nos sentirmos envergonhados quanto a merda.

Tem uma adaptação cinematográfica – que eu só descobri agora, rs –  pelo diretor Philip Kaufman sob o nome de The Unbearable Lightness of Being.

Olha, uma das melhores coisas que já li na vida (mesmo que não tenham sido tantas coisas assim). LEIAM. É excelente.

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